Duas Chances 13º Capítulo


Paula: aceito, claro que eu aceito. Meu amor.
Ricardo: mas não vamos assumir agora, pois a morte do seu pai está deixando muita gente abalada. Acho melhor dar um tempo para eles pensarem.
Paula: entendo meu amor, e ainda quando avisarmos temos os nossos preparativos tudo pronto.
Ricardo: e também temos que ver terreno, trabalhados, muitas coisas para o Ama.
Paula: então para que vamos enrolar?

Na Praça da Sé...

Sérgio: Letícia, porque me chamasse aqui?
Letícia: estou pensando em descobrir quem matou a Ana, e agora principalmente que Marco também morreu, pela mesma pessoa.
Sérgio: acho interessante você fazer isso, mas cuide para não ser suspeita. Não podes voltar agora para a cadeia.
Letícia: entendo, mas por onde que eu posso começar?
Sérgio: acho que terias que voltar para Florianópolis e descobrir mais pistas.
Letícia: mas como eu irei, sem dinheiro? Sem vida lá.
Sérgio: sue hotel, ele está parado. Eu ia de vez enquanto lá, mas depois vir para cá.
Letícia: boa ideia, mas como eu consigo a chave?
Sérgio: a chave deve estar lá na delegacia, pois eu pedi para eles guardarem quando eu vim para cá.
Letícia: ah, Sérgio. Você completa o meu mundo, não sei como agradecer...
Sérgio: eu sei...
(beijam-se)
Letícia: isso não pode acontecer mais, entendeu?
Sérgio: mas eu te amo.
Letícia: mas isso não pode acontecer, olha para mim. Tenho idade de ser sua mãe, ou até sua avó.
Sérgio: mas mesmo assim, eu te amo e não importo contra preconceitos.
Letícia: mas eu sim. Você é um grande amigo, que me ajudou bastante. Mas mais que isso eu não posso.

Casa da Alzira...

Alzira: Clô, minha irmã onde você está?
(vai até o seu quarto, e quando chega se surpreende)
Alzira: o que você está fazendo aqui no meu quarto?
Clotilde: arrumando.
Alzira: posso ver o que a senhora tem na mão?
(mostra)
Alzira: quem te deu permissão para mexer nisso?
Clotilde: não é nada do que você está pensando, acredite em mim.

Continua...


Nenhum comentário:

Postar um comentário