Logo de manhã Clotilde, e Caio vão até o local...
Caio: que estranho isso, ninguém aqui.
Clotilde: também estou estranhando. Vou ligar para o Ricardo.
(liga para ele)
Clotilde: Ricardo?
Ricardo: oi, Clotilde. Aconteceu alguma coisa?
Clotilde: aconteceu sim. Não há ninguém nesse galpão.
Ricardo: como não? Ontem mesmo a Paula ligou para ir para confirmar, o endereço.
Clotilde: sim, mas não há nada aqui. É um galpão sem nada.
Ricardo: esperem por mim, estou indo.
(desliga o telefone)
Paula: posso saber onde meu amor vai?
Ricardo: você tem certeza que passou o endereço certo para sua tia?
Paula: tenho certeza, liguei e confirmei ontem.
Ricardo: estranho. Mas eu vou lá ver o que está acontecendo.
Paula: Não.
Ricardo: por que não?
Paula: Fique comigo, não estou bem. Estou com um péssimo pressentimento.
Ricardo: ligue para sua mãe. Ela virá aqui, e tem a Ana. Mas eu preciso ver o que está acontecendo...
Paula: não Ricardo, fique aqui.
Ricardo: não posso, acabamos de começar a construção e já acontece isso. É muito estranho. (beija ela na testa) Fique bem. (sai)
No galpão...
Caio: acho melhor a gente entrar. Vê se algum comunicado, ou algo parecido.
Clotilde: boa ideia... Talvez há alguma pessoa.
(entram)
Caio: Alguém?
Clotilde: meu filho, eu vi um vulto lá.
Caio: eu também. Ei! Espere. Precisamos de informações.
Clotilde: espere.
Caio: você não está achando isso aqui muito quente?
Clotilde: é mesmo, estou suando.
(fecham as portas)
Caio: ei, abram isso aqui. SOCORRO!
Clotilde: filho, olha o fogo.
Caio: e essa gasolina espalhada pelo chão, quer disser que acontecerá uma explosão.
Clotilde: alguém, por favor, nos ajude.
Caio: não vai adiantar, ninguém vai ouvir nós aqui dentro.
Clotilde: o fogo está chegando perto, meu filho. Vamos aguentar.
Caio: essa fumaça, está me deixando tonto. (desmaia)
Clotilde: CAAAAIO! Meu filho (o fogo chega) Vamos sair daqui...
Ricardo chega, e avista o galpão todo por completo de fogo, e acontece uma explosão...
Ricardo: Nããããão.
Continua...

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