Sérgio chega à casa de Ricardo...
Ricardo: e então, conseguisse falar com alguém de lá?
Sérgio: consegui.
Paula: por favor, Sérgio, não enrole. E então?
Sérgio: ninguém sobreviveu, mas o corpo não foi encontrado. O que me intriga é...
Carlos: o que é?
Sérgio: vocês estão sendo perseguido por alguém, alguém quer matar vocês.
Alzira: não, isso não. Como?
Sérgio: todas as mortes possuem um mesmo símbolo.
Alzira: e qual é esse símbolo?
Sérgio: são duas pessoas, unidas. Cada um com um corpo diferente.
Alzira: isso é sinistro. Mas o que isso quer disser?
Sérgio: Quer disser que a mesma pessoa que matou a Ana, o Marcos, Clotilde e o caio também matou a Ana Vitória.
Carlos: estamos em perigo.
Sérgio: aham, e qualquer um de vocês podem ser a próxima vítima.
Paula: entendo. Temos que cuidar
Alzira: vou sair, vou trazer a Letícia para almoçar aqui.
Ricardo: fico muito feliz...
No hospício...
Alzira: Letícia, minha querida. Olha quem chegou?
Letícia: a borboleta gostou da visita.
Alzira: ah Letícia, não consigo me acostumar com essas suas manias.
Letícia: Manias? Eu somente vôo por esse mundo a fora, e que belo mundo.
Alzira: mas aconteceu uma tragédia.
Letícia: o que aconteceu que me preocupa tanto?
Alzira: minha neta morreu. A filha da Ana.
Letícia: como isso? Borboleta gostava tanto dela.
Alzira: não se preocupe, por favor.
Letícia: vou tentar tudo na mais bela tranqüilidade.
Alzira: vamos então para a minha casa, estás com fome?
Letícia: vou voar, voar para fora...
Continua...

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