No capítulo anterior:
-Joselita revela que pai de Jana está vivo.
-Garibaldi se despede de Quitéria.
-César leva Célia para o motel.
CAP. 4
Olga em casa fica pensativa sobre o marido, enquanto isso numa cama de água Célia e César se beijam nus e apaixonados:
Célia- nunca pensei que um dia eu fosse te amar da maneira como eu te amo.
Joselita ajuda Jana a vestir o vestido de noiva:
Joselita- esse é o vestido mais lindo de toda a minha vida, sabe filha nem o meu era assim... A cor parecia aquela amarelada, tipo sujo sabe? Mas seu pai era tudo o que eu queria naquela hora, amar ele e ter ele só pra mim ali.
Elas se abraçam emocionadas. Alfredo e Garibaldi chegam no Rio de Janeiro por uma carroça, eles andam pelas ruas, as pessoas olham para eles e ficam rindo da cara deles.
Garibaldi- esse povo daqui oia pra gente e ri Zé, por que deve ser?
Alfredo- deve ser nada não muié, liga pra esse povo não é tudo bocó.
Todos continuam rindo deles na carroça. Joselita entra em seu quarto e pega uma caixinha, ela a abre e pega em algumas jóias.
Joselita- vocês são as únicas coisas que por enquanto eu posso contar nos momentos em que eu estiver com mais dificuldades.
No apartamento de Paulo:
Paulo- eu ainda estou indeciso com o que eu quero daminha vida, eu não sei ainda se quero me casar com a Jana. Meu Deus o que eu faço?
Amanhece... Alfredo e o Advogado conversam numa sala trancada enquanto Garibaldi espera do lado de fora e não sabe utilizar o bebedouro de água que tem ali perto.
Advogado- muito bem, amanhã a JasJóias Empresas estará aberta e a disposição das vendas.
Alfredo muito bem sinhô. Eu agora sou chefe e dono isso tudo aqui... Tenho dinheiro pra gastar a vontade com minha muié.
Advogado- a partir de semana que vem e sua esposa vai começar a tomar aulas de etiquetas com uma dona chamada Bert Mendes.
Alfredo- o que é etiqueta?
Advogado- é pra você aprender tudo o que uma pessoa rica entendeu?
Eles se olham. Jana veste o vestido de noiva e se emociona Paulo em seu apto também veste seu terno, um trovão soa no céu.
Muitos convidados entram na igreja, Garibaldi e Alfredo passam por perto:
Garibaldi- vamo ficar aqui do lado de fora pra ver o casório?
Alfredo- vamo por nosso “ampitamento”, é loguinho ali na frente.
Garibaldi se senta e vê a noiva entrar deslumbrante na igreja, sentados no banco Célia e César trocam olhares. Paulo começa a suar e olhar para os lados até que Jana sorridente chega ao altar.
Paulo- Jana, você está linda.
Jana- e feliz, por está me casando com o homem que amo.
Padre- estamos todos aqui hoje reunidos, para oficializar os noivos aqui permanentes Paulo César Vermont e Jana Ribeiro.
Os noivos trocam olhar e sorriso, Joselita aflita.
Padre- Jana Ribeiro é de vossa livre e espontânea vontade e de todo o coração que aceita por amor e por toda a vida Paulo César Vermont para amar, honrar, respeitar e ser fiel até que a morte os separe?
Jana- sim, aceito.
Padre- Paulo César Vermont é de vossa livre e espontânea vontade e de todo o coração que aceita por amor e por toda a vida Jana Ribeiro para amar, honrar, respeitar e ser fiel até que a morte os separe?
Tensão para Paulo, nervo de Jana e Padre recessivo, Joselita se levanta:
Paulo- não!
Todos se impressionam, Jana deixa cair uma lágrima dos olhos, ao bater no altar um trovão soa no ar.
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