O governo acusa os ataques franco-americanos de alvejar regiões civis no oeste do país, que resultaram em vítimas e danos a instalações como estradas, hospitais e aeroportos.
- Com essa agressão acabou o efeito resolução nº 1973 em relação à imposição de uma zona de exclusão aérea e tornou o direito da República Árabe da Líbia o uso de aviões militares e civis em autodefesa, após a França ter infringido o espaço de exclusão aérea.
O documento do Conselho de Segurança da ONU, aprovado na última quinta-feira (17), estabelece que os países membros adotem “todas as medidas necessárias” para evitar um massacre por parte do regime de Muammar Gaddafi, o que inclui ataques aéreos contra forças militares para “proteger civis e áreas povoadas, incluindo Benghazi”.
A TV estatal líbia acusou neste sábado que o "cruzado inimigo", uma referência às forças do ocidente, bombardeou áreas civis de Trípoli e tanques de combustível que abastecem Misrata.
Segundo a agência de notícias Reuters, as forças da coalizão internacional atingiram alvos ao longo da costa líbia, usando ataques aéreos e marítimos para forçar as tropas de Gaddafi a cessar-fogo e encerrar os ataques contra civis.
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